O ritual cumpre-se: sexta-feira à noite, primeiras enchentes e testes reais à capacidade do espaço da ModaLisboa.
Luís Buchinho preencheu a sala com as suas mulheres urbanas e fluidas , com a presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, na primeira fila da plateia, confirmando tendências - amarelos ácidos, estampados leves e de inspiração natural, algo que Ricardo Preto já tinha explorado no desfile inicial com o rosa e o branco a cheirar a Verão (e que Alves/Gonçalves tinha deixado já no ar na noite anterior). Duas colecções fortes mas em tecidos leves, em contraste com o tom experimental e eficaz de Vítor no espaço LAB, que revisitou o seu guarda-roupa e fez da sua destruição peças compostas de
t-shirts e caquis. A noite prosseguiu com fatos de banho e encerrou com nova enchente para assistir à mais experiente criadora portuguesa, Ana Salazar, e os seus eternos negros e brancos. A ModaLisboa prossegue até amanhã no Terreiro do Paço.