Vida em 10 fotos

Joaquim Monchique: uma vida no palco

  • Uma das minhas fotos preferidas de infância
  • Como todas as crianças eu acreditava no Pai Natal. Esta foto prova essa admiração
  • Eu e o meu Rolls-Royce
  • Com o Herman, no barco dele, durante umas férias em Ibiza
  • No Brasil em 2008, durante as gravações de Negócio da China, onde interpretava o papel de Belarmino. Uma telenovela da autoria de Miguel Falabella
  • Numa passagem de ano, no restaurante Bica do Sapato, durante umas férias do Miguel Falabella em Lisboa
  • Nos Pirinéus, com a minha grande amiga Sílvia Rizzo
  • Na peça Mais respeito que sou tua mãe, adaptada e dirigida por myself, do original de Hernán Casciari. Tivémos mais de 200 sessões e 30 mil espectadores
  • Uma cena da peça Paranormal, que esteve três anos em exibição, tendo sido o monólogo mais visto da história do teatro português
  • Mais um monólogo, desta feita com um texto de Pedro Cardoso, que conta a história de um homem desempregado que sofre uma crise de comunicação com o mundo e passa a falar sozinho

Quando tinha seis anos, Joaquim Monchique participou numa festa da escola e ouviu os primeiros aplausos. Nesse dia também houve risos, porque estava vestido de coelho e recitava um poema. Desde então ficou viciado em palco e a comédia. Estudou teatro e tornou-se actor residente do Teatro Aberto, onde experimentou com os dramas de Jim Cartwright, Bernard Marie Kóltes ou Sam Shepard.

Seguiram-se os “anos La Féria” - como o próprio Monchique lhes chama - a comédia e a criação de “cromos” – quem não se lembra das personagens "Compadre Alentejano" ou de "Maria da Luz", a senhora da casa de banho de A Grande Noite? É esse percurso pelos palcos e pelo ecrã que o actor, de 43 anos, conta em dez fotografias.

Joaquim Monchique está neste momento em cena com a peça Júlio de Matos, na Casa do Artista - Teatro Armando Cortez, em Lisboa, e na próxima semana parte em digressão pelo país.