Copenhaga. A pequena sereia
Copenhaga. A pequena sereia Miguel Madeira

A sereia de Copenhaga contempla a cidade há cem anos

A pequena sereia, da autoria de Edvard Eriksen, festeja este ano o seu centenário feito de olhares admirativos mas também de dias atribulados por se ter transformado no principal ícone da capital dinamarquesa, uma cidade jovem e bela, tão calorosa no Verão como no Inverno, aberta ao mundo e ao mar, simples e vanguardista.

“Oh, assim, tão pequenina!?”

A criança, com uns olhos verdes tão inquietos como os de um lobo, parece colhida de surpresa quando o barco, sulcando docemente as águas, se aproxima da estátua.

- Sim, é pequena. Mas olha que já vai fazer 100 anos!

Ela fita o pai, envolta num misto de curiosidade e espanto: - E não cresceu, nunca?

O homem, com um cabelo que o vento teima em desalinhar, limita-se a sorrir e, docemente, começa a relatar a história da pequena sereia com a mesma ênfase com que provavelmente lê um conto de Hans Christian Andersen à noite, no quarto da filha.

“Quando a sua cabeça emergiu à superfície do mar, o sol acabava de se pôr; mas as nuvens brilhavam ainda como rosas e como ouro e a estrela da tarde cintilava no meio do céu. Perto da sereiazinha encontrava-se um navio de três mastros; tinha apenas uma vela içada, dada a calmaria que se fazia sentir, e alguns marinheiros estavam sentados sobre as vergas e o cordame. A música e os cantos ressoavam incessantemente e, à aproximação da noite, acenderam-se cem lanternas de diversas cores. Suspensas das enxárcias, julgar-se-ia ver bandeiras de todas as nações.” 

Baseada num conto do mais célebre escritor dinamarquês, um exemplo de imaginação, ternura e de fidelidade a uma ironia pejada de uma profunda melancolia, a estátua da pequena sereia foi encomendada em 1909 por Carl Jacobsen, filho do fundador da Carlsberg, ao que reza a história fascinado por um espectáculo de ballet que presenciou, uma noite, no Royal Theatre de Copenhaga, sobre a fábula. Como que enfeitiçado pela singularidade da peça, dirigiu-se à protagonista, Ellen Price, rogando-lhe que acedesse a servir de modelo para a criação da estátua, um pedido em parte recusado. A cabeça é, na verdade, a de Ellen Price, mas quando esta declinou posar nua, Edvard Eriksen, o escultor, viu no corpo da mulher, Eline Eriksen, o complemento para a realização do sonho de Carl Jacobsen.

O barco aproxima-se cada vez mais, navegando como se estivesse à deriva, a criança lança olhares para aquele perfil, para a perna direita cruzando a esquerda, para a mão esquerda segurando no braço direito, para o cabelo entrançado, apanhado a meio das costas, para aquela pose meditativa, fixando o horizonte distante; como se também ela, a criança, ainda e sempre com os seus olhos inquietos de lobo, padecesse, na sua ingenuidade, de um imediato fascínio capaz de a fazer esquecer, depois da desilusão inicial, da pequenez da sereia, agora banhada pelos raios tépidos do sol que rompe, ainda que por breves instantes, as nuvens cinzentas que adornam o céu.


Vida atribulada

Quando Hans Christian Andersen escreveu A Sereiazinha, conferindo-lhe, a determinado momento, um dito queixoso — «Pobre de mim!» — estaria longe de imaginar que, muitos anos depois, aquela estátua que não é mais do que o resultado da sua ficção literária haveria de ter mesmo motivos para se mortificar por tão atribulada existência. Na década de 1960, a cabeça foi decapitada e roubada por artistas orientados por motivações políticas e ligados ao Movimento Situacionista, uma organização internacional radical que esteve activa entre 1957 e 1972 e na qual se destacou, na Dinamarca, Jorgen Nash, um dos principais mentores de uma campanha contra a sociedade de consumo e o ideólogo de uma sereia sem cabeça que, com efeito, nunca chegou a aparecer, acabando por ser substituída.

“A sereia não possui uma alma imortal e apenas pode obter uma através do amor de um homem; a sua vida eterna depende de um poder que lhe é estranho.”  

Vinte anos depois, também o braço direito da estátua, mais tarde recuperado, foi vítima de um acto de vandalismo, seguindo-se, em 1990, nova tentativa de lhe decepar a cabeça que provocou um rasgão de 18 centímetros no pescoço. Após oito anos de quietude, a sereia foi de novo decapitada e a sua cabeça devolvida anonimamente a uma estação de televisão próxima do local onde se ergue; em 2003, uma carga explosiva na base fê-la voar para as águas do porto, sendo encontrada com buracos num pulso e num joelho.

“Fora sempre até então silenciosa e reflectida; a partir desse dia passou a sê-lo ainda mais. As suas irmãs interrogaram-na sobre o que ela vira à superfície, mas ela nada lhes contou.”

Já neste século, as motivações contra a sereia assumiram outro carácter: no espaço de quatro anos viu-se, subitamente, ora trajando uma burqa, como forma de protesto face à eventual integração da Turquia na União Europeia, ora com um vestido e um véu árabes. Várias vezes pintada, foi descoberta em Março de 2006 com um vibrador na mão e com tinta verde espalhada pelo corpo, a mesma cor escolhida para nela escreverem March 8, levando as autoridades a suspeitar que existia uma relação com o Dia Internacional da Mulher, que se celebra nesse dia.

Deito um último olhar à pequena sereia sob o céu opaco e prometo a mim mesmo voltar, um dia mais tarde, para ler, mesmo à sua frente, A Sereiazinha. Agora é tempo de me embrenhar nesta cidade que respira juventude, cosmopolita e poliglota, que se abre com a mesma facilidade para o mundo e para o mar.


Ambiente encantador

Porta do Báltico e do mundo nórdico, a capital risonha do sul da Escandinávia expressa um carácter aberto que contrasta com os seus vizinhos do norte, proporcionando o que os dinamarqueses designam por hyggelig, um ambiente encantador, que se exala a qualquer hora do dia. Um dos melhores lugares para se iniciar uma visita a Copenhaga é a Radhuspladsen, à volta da qual se agrupam algumas das mais magnificentes jóias da cidade. É neste palco, onde a vida fervilha, que o viajante encontra a Fonte do Touro e do Dragão, uma obra em cobre erguida em 1923 e, não muito distante, a figura em bronze de um meditativo Andersen, filho preferido da capital dinamarquesa, no qual pouso um olhar antes de chegar à Vester Voldgade, para tentar escutar uma melodia de outra estátua conhecida como Os Tocadores de Lur (trompa viking). Eu espero uns minutos, eles aguardam há 99 anos: reza a lenda que os dois idosos que se recortam contra o céu serão capazes de tocar se por ali passar uma virgem. Mas desde 1914, ano em que foi colocada a coluna, nem um único som produziram.

De volta à Radhuspladsen, fito a escultura do bispo Absalon, fundador da cidade, encimando uma pequena varanda da fachada do imponente edifício da Câmara Municipal, construído em finais do século XIX, depois o Relógio do Mundo, de Jens Olsen, e ouso subir à torre que se eleva a mais de cem metros e de onde gozo de uma panorâmica soberba sobre a cidade que, vista dali, se assemelha a uma ilustração de um conto de Andersen.

A meia dúzia de passos, na Dantes Plads, encontro um dos museus mais interessantes de Copenhaga, o NY Carlsberg Glyptotek, que abriga as colecções de Carl Jacobsen, conceituado cervejeiro e mecenas da arte — deparo-me com obras egípcias, romanas, etruscas e gregas, um admirável mundo composto de estátuas de imperadores e centuriões, bem como, em diferentes espaços, quadros de pintores impressionistas, de Gauguin a Van Gogh, e ainda mais estátuas, agora de Rodin, entre elas o famoso Beijo, antes de finalizar com bronzes de Edgar Degas, um total de 73 peças que tornaram o célebre pintor francês também numa figura proeminente no mundo da escultura.

Em vez de uma cerveja, opto por um café mas, antes ainda de o saborear, num espaço agradável, perscruto o Jardim Tropical, sob a bonita cúpula central de cristal que me permite ver o céu escurecido.


Dimensão festiva

De um lugar que concede um silêncio tão íntimo como é o museu, mergulho no intenso formigar da Stroget, a rua pedonal que é uma das mais animadas da cidade e considerada a mais comprida da Europa, com as suas lojas luxuosas que, desde o século XVI, passam de pais para filhos e as suas casas típicas que remontam a 1796, o ano que se seguiu ao segundo grande incêndio de Copenhaga. A rua vai ganhando diferentes designações mas raramente se altera a sua dimensão festiva, ora mostrando homens jogando xadrez, ora exibindo músicos solitários com vontade de uns dias de férias da pobreza. Vagabundeando por lugares menos concorridos, chego à Gammel Strand, a velha praia, em tempos remotos o limite aquático da cidade e de onde desfruto de uma vista esplendorosa sobre o Palácio Christianborg antes de penetrar na Kongens Nyrov, o coração da cidade, dominada pela estátua equestre de Christian V.

Numa capital onde 50 por cento da população utiliza a bicicleta nas suas deslocações, decido-me por este meio de transporte para continuar a percorrê-la, detendo-me para espreitar a fachada do Hotel de Inglaterra, o Det Kongelige Teatre, mais importante centro cultural do país, sede do Teatro Nacional da Dinamarca, da Ópera e do Ballet, e mais demoradamente o Palácio de Charlottenborg, impressionante obra barroca que serviu de morada, no século XVIII, à rainha Carlota Amélia e, mais tarde, depois de remodelado no tempo de Frederico V, à Escola de Belas Artes. Errando sem destino, sinto uma satisfação renovada quando atravesso a Rua Bredgade, com as suas lojas de antiguidades convivendo harmoniosamente com mansões e palácios renascentistas onde funcionam embaixadas e consulados, uma artéria com uma vida própria onde Soren Kierkegaard encontrou a morte.

Acabo por desaguar, de forma natural, numa pequena praça com as suas bonitas casas barrocas e na qual se destaca a Marmorkirke, a igreja de mármore com um interior imperdível e uma cúpula de 30 metros de diâmetro que lhe confere o estatuto de uma das maiores da Europa. O dia esgota-se mais rapidamente do que as forças mas sobra tempo para contemplar o Palácio de Amalienborg, residência da realeza desde 1794, assim como os quatro outros palácios idênticos decorando quatro dos oito lados desta praça onde, ao meio-dia, é possível ver os soldados em uniforme de gala e gorro de pele compenetrados na cerimónia do render da guarda. A noite cai e, agora a pé, dirijo-me até Nyhavn, o porto novo de onde se pode ter uma visão da velha cidade. As luzes brilham e deixam ver a multiplicidade de cores das suas casas que parecem debruçar-se sobre os antigos veleiros atracados na pitoresca doca. Restaurantes e tabernas enchem-se de gente e de vida e, lá fora, os transeuntes caminham para cá e para lá sobre as pedras antigamente pisadas pelos marinheiros.  


Livros e liberdade

A manhã do dia seguinte encontra-me de novo em Nyhavn, para ver este recanto numa perspectiva diferente, mais intimista, mais serena e, daqui, vagueio ao longo do canal até chegar à Biblioteca Real (quase cinco milhões de volumes) sem, durante o trajecto, ignorar o edifício da Bolsa, um dos mais antigos da cidade, com o seu telhado de cobre esverdeado e a sua agulha com quatro caudas de dragão entrelaçadas ameaçando furar o céu. A biblioteca, fundada em 1773, tem hoje a companhia do Diamante Negro, um edifício que resultou da polémica renovação, em 1999, do espaço mas que é visto, aos olhos de muitos, como um exemplo notável do design vanguardista dinamarquês — ou não fosse Copenhaga famosa por combinar a beleza do mais clássico em interiores e imóveis com outros de linhas modernas e actuais.

A próxima etapa é Rosenborg, imponente construção em tijolo que alberga, desde 1833, o museu da coroa, com um total de mais de dez mil peças reunidas nos três últimos séculos, entre elas relíquias do fundador do castelo, o rei Christian IV. Sendo do estilo do renascimento holandês, contrasta com os Jardins do Rei, desenho inglês do século XIX, e é um dos lugares mais tranquilos de Copenhaga, com tudo o que se espera de um castelo: torres, ameias, torreões e fossos.

Agora que amanhã se evapora, nada melhor do que uma visita relaxante à Cervejaria Carlsberg, no coração do bairro de Vesterbo, onde me esperam, logo à entrada, dois elefantes indianos, a história desta indústria cervejeira fundada em 1847, todo o processo da cevada até se converter em cerveja e, finalmente, com a sede apertando cada vez mais, uma prova de degustação para encarar, com outro sentido, as vicissitudes de Christiania. Antiga base militar, foi ocupada, em 1971, por anarquistas, hippies e artistas e autoproclamada cidade-livre pelos seus cerca de 1000 habitantes (hoje serão uns 10 mil), regendo-se pelas suas próprias leis, que incluem o uso tolerado (cada vez menos pelas autoridades dinamarquesas) de drogas leves e a proibição de fotografar. Deambular por este mundo aparte, livre de carros, fiel à liberdade individual e com grande sentido comunitário, é também uma experiência aparte numa sociedade capitalista da qual Christiania teima em demarcar-se.

Passo fugazmente pela Vor Frelsers Kirke, observo a sua torre em espiral erguendo-se a 95 metros, atravesso a ponte e, sem pressas, cumprindo a promessa feita a mim próprio, regresso junto da Pequena Sereia, abrindo o meu livro de folhas já amarelecidas no conto de Hans Christian Andersen. Antes de mergulhar na leitura, prendo o olhar na área industrial que se espraia nas costas da estátua e, mais para lá, na ponte de Oresund, uma das grandes obras da engenharia viária na Europa, com os seus 16 quilómetros de longitude unindo Copenhaga a Malmoe, na Suécia. Uma obra megalómana pela qual foi preciso esperar mais de cem anos — já em finais do século XIX foram apresentados os primeiros projectos. Nesse tempo, tão distante, ainda a Pequena Sereia não era uma estátua mas apenas uma fábula que os filhos continuam a gostar de escutar da boca dos pais.

“E a sereiazinha, erguendo os seus braços para o céu, verteu lágrimas pela primeira vez.”  

 

Guia prático

Quando ir
A despeito de estar situada aproximadamente à mesma latitude da Escócia central e do sul do Alasca, a Dinamarca tem um clima relativamente suave, moderado pelos efeitos da corrente quente das águas do Golfo Stream, que varre a parte norte ao longo da costa ocidental. No Inverno, as temperaturas são baixas, a humidade atinge os 90 por cento e o sol raramente faz a sua aparição. Para quem não teme o frio, esta pode ser a melhor época para deambular pela cidade, penetrar nos seus cafés cheios de vida, de calor e hospitalidade; caso opte pelo mês de Dezembro, vale a pena perder-se nos seus mercados de Natal e embrenhar-se na forte componente social (concertos, óperas e exposições) que caracteriza esta fase do ano. No período que vai da Páscoa a Setembro, as noites são brancas e longas. Julho e Agosto, com 15 graus centígrados de média, são os meses ideais para se conhecer não só Copenhaga mas todo o país — a baixa altitude e a proximidade do mar produzem variações mínimas do clima na Dinamarca. Se preferir um pouco mais de tranquilidade e menos turistas à sua volta, o Verão indiano, em Setembro, pode ser uma boa alternativa.    

Como ir
Diferentes companhias aéreas ligam Lisboa a Copenhaga mas apenas a TAP e a easyJet efectuam o trajecto entre as duas capitais sem qualquer escala. Uma vantagem que tem naturalmente os seus custos: no caso da primeira, um bilhete de ida e volta custa 430 euros, enquanto a segunda cobra aproximadamente 270. Tendo sempre como comparativo a primeira semana de Julho, a melhor opção passa pela Swiss, com uma curta escala em Zurique, por apenas 175 euros.

O que fazer

Para miúdos e graúdos, uma visita ao Tivoli, um dos parques de entretenimento mais famosos do mundo, aberto, em pleno coração de Copenhaga, entre meados de Abril e finais de Setembro.

A pouco mais de 200 quilómetros (cerca de três horas de carro) de Copenhaga fica situada a cidade de Billund, cuja principal atracção é o popular parque temático Legolândia (www.legoland.dk), aberto entre o início de Abril e o final de Outubro.

Para os pais, além dos lugares referidos na reportagem, há alguns museus interessantes, entre eles o Museu do Design (Bredgade, 68), o de arte moderna, Louisiana (www.louisiana.dk), e o de Karen Blixen (www.karen-blixen.dk), autora do livro África Minha (sob o pseudónimo de Isak Dinesen), mais tarde imortalizado no cinema pela dupla Robert Redford e Meryl Streep. Este último está localizado em Rungsted, a 26 quilómetros de Copenhaga.

Onde comer

O Café Europa (Amagertorv, 1) é um espaço simpático pela sua localização, os seus pratos e a vista que oferece sobre a Hojbro Plads. Em Nyhavn, o Faergekro (Nyhavn, 5), com as suas mesas em madeira sob abat-jour verdes e o calor que emana da lareira, é um dos restaurantes mais atmosféricos da cidade, apresentando uma ementa que contempla, entre outras delícias, dez tipos diferentes de arenque. A dois passos de Nyhavn, na Store Strandstraede, 6, encontra-se o Zeleste (www.zeleste.dk), com um brunch (entre as 10h30 e as 14h30 horas) que seguramente ficará na memória do viajante. Inaugurado em 1996, o restaurante funciona numa das casas mais antigas (1664) da capital dinamarquesa, no início ocupada por um ferreiro — nesse tempo a rua era uma das mais movimentadas e por ela passavam inúmeras carruagens a caminho de Copenhaga. O Custom House (www.customhouse.dk), na Havnegade, 44, no edifício onde funcionava a antiga alfândega, tem três bons restaurantes, um japonês, um italiano e um dinamarquês — este último é uma verdadeira experiência gustativa, com múltiplas variedades de arenque, peixe com pão negro e salmão com pão branco, entre outras especialidades acompanhadas de cerveja e schnapps (álcool destilado obtido a partir da fermentação de batata). 

Onde dormir

Com um nível de vida elevado, Copenhaga não é uma cidade barata. Ainda assim, é possível encontrar lugares a preços em conta, como o Danhostel (www.danhostel.dk), um albergue de juventude numa torre junto ao canal, não muito distante do Diamante Negro, com preços por noite desde 20 euros. Para carteiras mais recheadas recomenda-se o The Square (www.thesquare.dk), na Radhuspladsen, 14, um hotel com uma decoração sóbria e um design apelativo, o Fox (www.hotelfox.dk), na Jamers Plads, 3, um exemplo de excentricidade que abriu as suas portas para o lançamento do Volkswagen Fox 21 e que proporciona 61 quartos decorados por 21 artistas encarnando todos os estilos, o Admiral Hotel (www.admiralhotel.dk), na Toldbodgade, 24-28, em frente ao porto e o 71 Nyhavn (www.71nyhavnhotel.dk) que, tal como o Admiral, nasceu da renovação de um antigo armazém. Os preços para uma noite nestes cinco hotéis variam entre os 100 e os 190 euros mas só num ou noutro caso inclui pequeno-almoço.  

Informações

Para visitar a Dinamarca apenas de precisa de passaporte. Um euro equivale a 7,45 coroas. Para admirar Copenhaga, convém munir-se de um cartão que lhe permite o acesso a 60 museus e atracções no centro e arredores (incluindo Louisiana e o Museu de Karen Blixen), transporte gratuito de e até ao aeroporto, autocarro e metro. O cartão, à venda no aeroporto, nas estações ferroviárias e nos postos de turismo, tem um custo de 27 euros (um dia) ou 57 (válido para três dias). Para mais informações deve consultar os sítios www.cphcard.com ou www.visitcopenhagen.com.