LUSA/TRACEY NEARMY

Óbito

Carrie Fisher tinha cocaína, heroína e ecstasy no sangue

Autópsia revela várias drogas, mas não é possível determinar que tenham sido a causa da morte.

O relatório de autópsia de Carrie Fisher mostra que a actriz de 60 anos tinha cocaína no sangue três dias antes do voo de dia 23 de Dezembro, de Londres para Los Angeles, quando teve um ataque cardíaco. Mas não só, segundo o relatório conhecido nesta segunda-feira, a actriz norte-americana tinha ainda vestígios de heroína e ecstasy no corpo, avançam os meios de comunicação social dos EUA, citando a AP.

Apesar das drogas, os investigadores não conseguiram determinar o impacto que as mesmas tiveram na sua morte e já este fim-de-semana tinham avançado que a apneia do sono seria uma das causas do óbito da actriz que encarnou a Princesa Leia na saga Guerra das Estrelas.

O relatório agora divulgado diz que Fisher pode ter tomado cocaína três dias antes de viajar de avião. Recorde-se que morreu quatro dias depois, não tendo recuperado a consciência, em Los Angeles. Foram ainda encontrados traços de heroína e MDMA, que também é conhecido como ecstasy, mas não é possível determinar quando é que Fisher tomou essas drogas.

A descoberta foi feita com base em exames de toxicologia feitos quando a actriz entrou no hospital de Los Angeles, depois de ter sofrido uma paragem cardíaca.