Jessica Rinaldi/Reuters

Censos da Pele L'Oréal

Na pele das mulheres portuguesas

Se por estes dias lhe baterem à porta e disserem que é dos censos, não se admire. A L’Oréal vai realizar a primeira edição dos Censos da Pele, uma iniciativa que pretende aprofundar o conhecimento sobre a realidade das mulheres portuguesas e sobre a saúde da sua pele.

Arranca este mês o primeiro estudo epidemiológico de avaliação da pele em Portugal. “Censos da Pele – Na pele das mulheres portuguesas” é como se chama a iniciativa que surge pela mão da L’Oréal Paris e que quer ajudar as mulheres a conhecer melhor a sua verdadeira pele através de uma investigação mais detalhada sobre a saúde da pele feminina em Portugal.

“Conhecemos a rotina das mulheres portuguesas nos cuidados da pele.” explica Margarida Condado, directora de marketing da L’Oréal Paris em Portugal, “mas queremos ir mais longe e conhecer de forma profunda a pele das mulheres portuguesas, bem como permitir que elas próprias a conheçam. Pode haver uma diferença entre a percepção que cada mulher tem em relação à sua pele e o resultado de uma avaliação feita por um técnico.”

Contemplando uma amostra de cerca de 2400 mulheres residentes em Portugal continental, com idades compreendidas entre os 18 e os 70 anos, o estudo permitirá conhecer não só o tipo de pele e o que caracteriza o seu envelhecimento, mas também os hábitos das portuguesas completando esta informação com dados demográficos, geográficos e socioeconómicos.

O estudo ficará a cargo da empresa de consultoria científica Keypoint. A recolha de dados é feita ao domicílio – tal e qual os Censos do INE-, por técnicos de saúde devidamente formados e certificados. A selecção é aleatória e feita através de três processos: um questionário de caracterização de hábitos e cuidados com a pele, uma avaliação através de um equipamento certificado para determinar elementos como o tipo de pele, o nível de hidratação e, finalmente, um teste adicional para avaliação do tipo de rugas.

Os concelhos foram escolhidos aleatoriamente, mas de forma a reflectir eventuais diferenças regionais, nomeadamente entre zonas urbanas e rurais, interiores e litorais. Leiria, Castelo Branco, Proença-a-Nova, Abrantes, Peniche, Óbidos, Arruda dos Vinhos, Alcochete, Lisboa, Oeiras, Évora, Beja e Faro foram os locais escolhidos.

Até Junho decorre a recolha de dados sendo que a divulgação das conclusões está prevista para Setembro.”Estamos muito expectantes com os resultados e com o facto de este conhecimento permitir adaptar melhor os cuidados que propomos à realidade nacional.” disse Margarida Condado.